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Resenha: A Menina que Roubava Livros

quarta-feira, 9 de outubro de 2013


Título:  A Menina que Roubava Livros
Autor: Markus Zusak
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 478


Sinopse: Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em 'A menina que roubava livros'. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, 'O manual do coveiro'. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram esses livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal.


Esse livro é completamente perfeito. Tanto a história em si, como os personagens, a linguagem e tudo mais. Confesso que o livro tem uma linguagem bem rebuscada, mas é facilmente compreendido. Amo a forma na qual a Liesel se expressa em cada página deste livro, e me identifiquei bastante com várias coisas descritas por ela. 
"Não ir embora: Ato de amor e confiança."


Com o decorrer da história que se passa justamente durante a Segunda Guerra Mundial, na qual, Hitler havia condenado os judeus como uma raça inferior, sendo assim, era inadmissível qualquer contato entre os alemães e judeus, caso contrario seriam presos, mortos e etc. E foi justamente nessa época em que a Liesel conhece um judeu, chamado de Max Vandenburg, que fica por um tempo em sua casa escondido pelo fato de seu pai ter sido um grande amigo da família do Max. Após mil e um fatos que ocorreram, um dia, finalmente, Liesel após perder tudo    tudo mesmo como: família, amigos, casa e etc      por algum acaso do destino, reencontra o Max... Ai já viu né?! <3

"E o riso dela? Era algo absolutamente dominador. Ninguém tinha a menor chance diante dele."


Outra coisa fantástica deste livro é que não é só mais um livro comum ou só mais um romance ou qualquer coisa do tipo e blá blá blá... Essa história de fato aconteceu. Tem como não amar? <3 Esse é o melhor livro que já li e aprendi muito. É uma historia completamente encantadora e ao mesmo tempo, um pouco dramática. Vale a pena ler cada palavra escrita com toda a atenção possível. E é impossível não se apaixonar completamente por este livro.
"Algumas pessoas passam por sua vida, outros a acompanham até que não lhes seja mais possível, outro estão mais perto do que parecem."

E o que vocês acharam? Já leram? Haha. Beijos, beijos! <3



Resenha: A Culpa é das Estrelas

segunda-feira, 9 de setembro de 2013


Título:  A Culpa é das Estrelas
Autor: Jonh Green
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 288


Sinopse: Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante – o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos -, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.


Gus, como ela o chama, se apaixonam, apesar da resistência por parte dela, que acredita ser uma granada prestes a explodir e, com quanto menos pessoas estiver envolvida, menor será o estrago. A paixão vem aos poucos, intercalada de medos, anseios e dúvidas. E juntos eles preenchem o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.
“Alguns infinitos são maiores que outros…”



Eu me apaixonei por esse livro de uma forma encantadora! Nunca tinha lido nada igual. Fui completamente surpreendida, esperava que fosse apenas mais um romancezinho barato escrito, mas esse livro é muito, muito mais que isso! É uma mistura de romance, com drama, humor e etc. A linguagem do livro é bem moderna e essa foi uma das coisas que mais gostei nele também, haha <3 Além disso, com toda a história que nos envolve de uma maneira espetacular, é impossível não se emocionar com a Hazel e o Gus. 
“Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Eu queria mais números do que provavelmente vou ter.” (p.235)


Esse é um livro que eu super indico (clique aqui para ler o primeiro capítulo). Ele é simplesmente perfeito. Em tudo. Desde a linguagem, os personagens, a história em sí até o drama vivido pela Hazel e o Gus. Aprendi muito com ele também. Mostra que a Hazel mesmo sabendo que um dia tudo iria acabar, não perdeu a fé, nem muito menos a esperança de ser feliz.
“Todo mundo deveria ter um amor verdadeiro, que deveria durar pelo menos até o fim da vida da pessoa.”

Resenha: Querido John

sexta-feira, 16 de agosto de 2013


Título:  Querido John
Autor: Nicolas Sparks
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 277


Eu sinceramente amo esse livro, pois além ter linguagem clara e objetiva, Nicolas Sparks coseguiu novamente mostrar até onde iriamos e o que faríamos pelo "amor verdadeiro", mesmo que isto custasse a sua própria felicidade. 
 “A vida não é justa. Mas também aprendi que é possível seguir em frente, não importa quanto pareça impossível. Com o tempo, a dor… diminui. Pode ser que não desapareça completamente, mas depois de um tempo não é massacrante.”


Sinopse: Quando John Tyree conhece Savannah Lynn Curtis, descobre estar pronto para recomeçar sua vida. Com um futuro sem grandes perspectivas, ele, um jovem rebelde, decide alistar-se no exército, após concluir o ensino médio. Durante sua licença, conhece a garota de seus sonhos, Savannah. A atração mútua cresce rapidamente e logo transforma-se em um tipo de amor que faz com que Savannah prometa esperá-lo concluir seus deveres militares. Porém ninguém previa o que estava para acontecer, os atentados de 11 de setembro mudariam suas vidas e do mundo todo. E assim como muitos homens e mulheres corajosos, John deveria escolher entre seu país e seu amor por Savannah. Agora, quando ele finalmente retorna para Carolina do Norte, ele descobre como o amor pode nos transformar de uma forma que jamais poderíamos imaginar.


"Reflito sobre essas coisas, e, como sempre, nosso tempo juntos retorna à minha mente. Relembro como tudo começou, pois agora essas memórias são tudo o que me resta." (página: 14)
Sou completamente apaixonada por todos os livros que já li do Nicolas Sparks, e sinceramente sou suspeita de falar sobre ele. Mas toda vez que o leio, sinto uma emoção diferente. É incrível como este livro tem o poder de comover e emocionar a cada página lida.
 "Eu não te culpo. Eu, no seu lugar, faria o mesmo, talvez. É que eu sou uma pessoa difícil de lidar, de conviver, de amar."

 O que você faria se uma carta mudasse tudo?


                                                                                                       


Resenha: A Última Música

quinta-feira, 11 de julho de 2013


Título:  A Última Música
Autor: Nicolas Sparks
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 397


Com linguagem clara, simples e objetiva, Nicolas Sparks conseguiu mais uma vez mostrar que o amor é capaz de ferir e curar seu coração, através de mais um romance onde foram abrangidos o primeiro amor, o amadurecimento, a relação entre pais e filhos, o recomeço e o perdão. 


Sinopse: Verônica Miller, ou Ronnie, vê sua vida virar de cabeça para baixo ao 17 anos, três anos após a separação de seus pais. Ainda revoltada e ressentida, foi sem a sua vontade passar o verão na casa do pai e ameaça a todo tempo voltar para sua casa em Nova York, quando conhece Will, o garoto mais popular da cidade e sem perceber, vai se apaixonando profundamente pelo mesmo. Situações mostram que a nova experiência lhe proporcionou uma imensa felicidade -e dor- jamais sentida.


"A vida, entendeu, era bem parecida com uma música. No começo, há mistério, e no final, confirmação, mas é no meio que reside a emoção e faz com que toda a coisa valha a pena." (página 381)

Sou muito suspeita de falar desse livro, porque é o meu favorito. Sou simplesmente apaixonada por todos os livros do Nicolas Sparks, como Querido John, Um amor para recordar e etc. Todos mostram de formas e situações diferentes até que ponto vamos pelo amor.  
“A vida é um piano. Teclas brancas representam a felicidade e as pretas a angústia. Com o passar do tempo você percebe que as teclas pretas também fazem música." 

                                                                                                       



 
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